Slow Food

O conceito slow food vem na contracorrente do fenômeno da produção e da alimentação em massa, rápida e padronizada do fast food - ou "gastro-anomia" (anomia é a falta de qualquer regra), chiste criado pelo sociólogo francês Claude Fischler para explicar a mudança do comportamento alimentar depois do surgimento e consagração das redes de fast food. Mas os rebeldes do slow food não são de quebrar vitrine de loja nem de organizar boicotes. E são tão comuns e insuspeitos que, de repente, você é um deles e nem sabe.

Slow food é comer melhor. É sentar-se à mesa diante de uma verdadeira refeição, em paz, na companhia de pessoas muito queridas (por "verdadeira refeição", entenda-se pratos acabadinhos de preparar, fartos e saborosos). É investir tempo e energia para obter alimentos tão gostosos quanto saudáveis. É tornar o ato de comer uma experiência gratificante, prazerosa, que não somente nos mantém vivos como aguça nossos sentidos. Esquenta o coração. "Guiadas pelo instinto de preservação, as pessoas estão mais atentas à qualidade de vida. É uma tendência planetária, e isso inclui comer melhor", diz Josimar Melo, crítico de gastronomia.
 
Para saber mais: Vida Simples

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